
“Claro que em algum momento a gente também acreditou nessa rivalidade, porque todo mundo contava essa história”, afirmou, em entrevista ao podcast “Cá Entre Nós”, apresentado por Fátima Bernardes e Beatriz Bonemer.
“Durante a nossa geração, foi criado esse movimento para ser um Fla-Flu mesmo. Isso era bom para quem? Isso era bom para a mídia, isso era bom para os homens, mas não para a gente, não para as mulheres”, disse.
A esposa de Luciano Huck também comentou o reencontro com Xuxa e Eliana no palco do Criança Esperança, em 2025, e disse que o momento foi simbólico. Para ela, a apresentação serviu para encerrar de vez a narrativa.
“A gente estava ali fomentando uma situação péssima para as meninas, de aprenderem com suas ídolas a rivalizar, a serem competidoras uma da outra. Foi emblemático por isso. A gente chegou num momento e falou: ‘Olha, isso mudou, não é mais assim, acabou essa história'”, declarou.
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