
Lançado no final de julho, o programa disponibilizou 3 milhões de bilhetes a até R$ 200, mas comercializou apenas 16.000
Lançado pelo governo federal em 24 de julho, o Voa Brasil vendeu até o final de outubro pouco mais de 0,5% das passagens disponibilizadas pelo programa. Em 3 meses, o Ministério de Portos e Aeroportos informou nesta 5ª feira (31.out.2024) que foram comercializados cerca de 16.000 bilhetes aéreos de um universo de 3 milhões de assentos ofertados pelas companhias aéreas.
O programa está em sua 1ª fase, em que reserva passagens aéreas para serem comercializadas no portal do governo a um público específico. Para essa etapa, só aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que não viajaram nos últimos 12 meses podem acessar o benefício.
As 3 principais companhias aéreas do país (Azul, Latam e GOL) ofertaram pelo programa 1 milhão de passagens cada uma. As empresas têm liberdade para disponibilizar os assentos com base em cálculos de ociosidade nos destinos.
No Voa Brasil, os bilhetes custam até R$ 200, mas podem ser encontrados por preços mais baixos. É acrescentado no valor final a taxa de embarque e eventual cobrança por bagagem. Logo, em alguns casos o preço pode superar R$ 200 depois das taxas.
Apesar da baixa procura por passagens, o governo planeja ampliar o programa no 1º semestre de 2025. Essa 2ª etapa é voltada para beneficiar estudantes universitários de baixa renda.
Segundo os dados apresentados pelo Ministério de Portos e Aeroportos, a cidade de São Paulo é o destino mais procurado pelos aposentados beneficiados pelo programa. Em seguida estão o Rio e Fortaleza. Leia abaixo os destinos mais visitados através do Voa Brasil:
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