
Dados são de 4ª feira (6.nov.2024); Pará é o Estado com mais focos de incêndio: são 378 ocorrências do tipo
O Brasil registrava 988 de incêndio na 4ª feira (6.nov.2024). Os dados são do sistema BDQueimadas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), divulgados nesta 5ª feira (7.nov). A Amazônia concentra a maior parcela dos focos de incêndio, com 589 –ou 59,6%.
Pará é o Estado com o maior número de queimadas, com 378 focos registrados em 24h. É seguido por Maranhão (279) e Piauí (90).
Dos 6 biomas brasileiros, 5 registraram a incidência de fogo. O Cerrado teve o 2º maior número, com 288 focos –29,1% do total.
O Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 com o pior número de queimadas em 14 anos. Foram 68.635 ocorrências –o 5º maior da série histórica, iniciada em 1998. Foi uma alta de 144% em relação ao mesmo período de 2023.
Setembro teve 83.154 focos de incêndio –o pior mês do ano em número de queimadas até o momento. O mês passado foi o setembro com maior número de queimadas desde 2010, quando foram contabilizados 109.030 focos de incêndio.
Tradicionalmente, este é o mês em que costuma ser registrado o pico de queimadas no Brasil, que segue até outubro.
O país acumulou, em outubro, 33.356 focos de incêndio –queda de 15,95% em relação ao mesmo mês de 2023, quando o país teve 39.692 ocorrências do tipo.
Em novembro, o Brasil acumula 4.642 focos de incêndio.
No acumulado do ano, o país registra 248.203 focos de incêndio.
O Brasil enfrentou, além da alta dos focos de incêndio, uma seca histórica, com a pior estiagem em 75 anos, segundo o ICMBio (Instituto Chico Mendes da Conservação e Biodiversidade).
Entenda as causas:
A seca e a estiagem que afetam grande parte dos municípios são comuns no inverno brasileiro. A temporada teve início em junho e segue até o final de setembro. No entanto, a intensidade em que ocorrem na estação, este ano, é atípica. São 2 os fatores que mais impactam no cenário:
Na região da Amazônia, além dos focos de incêndio, a seca toma formas preocupantes. Os municípios amazônicos enfrentam cerca de 1 ano de estiagem. É a seca mais longa já registrada. São 3 as principais causas:
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