Governo brasileiro lamenta morte da turista Juliana Marins na Indonésia

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MARIANA BRASIL E FRANCISCO LIMA NETO
BRASÍLIA, DF E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo brasileiro lamentou a morte da turista Juliana Marins, 26, cujo corpo foi encontrado nesta terça-feira (24). Ela caiu em uma trilha no entorno do vulcão Rinjani, na Indonésia, na última sexta-feira.

“A embaixada do Brasil em Jacarta mobilizou as autoridades locais, no mais alto nível, para a tarefa de resgate e vinha acompanhando os trabalhos de busca desde a noite de sexta-feira, quando foi informada da queda no Mount Rinjani”, disse o Itamaraty em nota.

“O governo brasileiro transmite suas condolências aos familiares e amigos da turista brasileira pela imensa perda nesse trágico acidente”, acrescentou.

De acordo com o órgão, foram feitos contatos com as chancelarias do país, com o governador da província de Lombok, além dos diretores da Agência de Busca e Salvamento e da Agência Nacional de Combate a Desastres da Indonésia.

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, lamentou a morte da turista em publicação no Instagram.

“Quando uma mulher tão jovem, de espírito livre e sorriso largo, como Juliana, nos deixa, fica toda a tristeza de momentos não vividos. Mas também reverbera em nós a inspiração por toda a força e coragem que ela teve de realizar seus sonhos e viver com entusiasmo. Deixo aqui todo o meu afeto e solidariedade para a família e os amigos de Juliana. Que Deus conforte seus corações e que o brilho dela siga os acompanhando sempre”, escreveu.

Foram quatro dias de buscas, dificultados pelas condições meteorológicas, de solo e de visibilidade adversas na região, segundo as equipes de resgate.

A morte da publicitária foi anunciada por sua família nas redes sociais, na manhã desta terça.

“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, diz a postagem do perfil destinado às informações das buscas.

Um total de 48 pessoas de vários órgãos estavam envolvidas na operação. O helicóptero que poderia ser usado nas buscas não conseguiu chegar ao local em razão das condições climáticas.
Nesta terça, durante a manhã na Indonésia, as atividades ficaram concentradas na descida direta até o local onde Juliana estava, utilizando técnicas de resgate vertical. No período da tarde, no horário local, sete socorristas conseguiram se aproximar da área, mas tiveram que parar e acampar devido ao anoitecer.

Juliana era natural de Niterói, no Rio de Janeiro. Pelas redes sociais, onde tem mais de 20 mil seguidores, costumava publicar fotos e vídeos curtos de registros feitos durante alguns destinos, dentre eles a própria Indonésia, Tailândia, Vietnã e Filipinas.



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