Equador acusa aliados de Correa por morte de candidato – 03/09/2025 – Mundo

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O Ministério Público do Equador acusou de assassinato, nesta quarta-feira (3), dois ex-funcionários do governo de Rafael Correa (2007-2017) que seriam os supostos autores intelectuais do assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio, em 2023.

Villavicencio, então um dos candidatos presidenciais mais populares e duro crítico de Correa, foi morto a tiros por um sicário colombiano ao sair de um comício em Quito, uma semana antes das eleições gerais daquele ano.

O Ministério Público acusou o ex-legislador correísta Ronny Aleaga, o ex-ministro José Serrano e o empresário Xavier Jordán, mas a Justiça ainda não determinou sentenças contra eles. Nenhum dos três vive no país atualmente.

O autor dos disparos foi abatido por guardas-costas do político, e outros cinco envolvidos foram condenados em 2024 a penas de até 34 anos de prisão. Outros 6 colombianos supostamente vinculados ao homicídio foram assassinados na prisão.

O Ministério Público indicou através da rede social X que, atendendo ao seu pedido, uma juíza de Quito ordenou a prisão preventiva de Aleaga, que há mais de um ano fugiu para a Venezuela ao ser investigado por um caso de corrupção.

Serrano e o empresário Xavier Jordán encontram-se nos Estados Unidos e deverão apresentar-se periodicamente ao consulado equatoriano em Miami por decisão judicial.

Serrano, peça-chave no governo de Correa, está detido há um mês em Miami por uma questão migratória. Caso seja deportado, o ex-ministro deverá apresentar-se num prazo de três dias perante a Justiça, indicou o órgão acusador.

O Ministério Público insistirá na prisão preventiva para Serrano e Jordán, após uma rejeição inicial no Judiciário.

No Equador, o crime de assassinato é punido com até 26 anos de prisão.

Da província andina de Chimborazo, Villavicencio foi funcionário e sindicalista da estatal Petroecuador e também trabalhou como jornalista. Na função, denunciou corrupção e perdas financeiras em contratos do setor. Crítico de Correa, ele fora condenado a 18 meses de prisão por difamação devido a declarações feitas contra o líder esquerdista. Ele havia buscado asilo no Peru em 2017.



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