
A Rússia lançou mais de 800 drones contra a Ucrânia neste domingo, no maior ataque aéreo já visto desde o início da guerra em 2022.
Segundo agências de notícias, um prédio do governo foi atingido, pela primeira vez, na capital Kyiv, mesmo estando numa zona altamente protegida.
As autoridades ucranianas relataram que quatro pessoas morreram e 44 ficaram feridas. As sirenes de ataque aéreo soaram por 11 horas seguidas na capital.
Embora a maioria dos ataques tenha sido neutralizada, mais de 50 drones e nove mísseis atingiram seus alvos.
O coordenador humanitário da ONU na Ucrânia, Matthias Schmale, afirmou que mais uma vez, os ataques atingiram casas, um jardim da infância e outras infraestruturas civis” em diversas cidades ucranianas, deixando “perdas, destruição e sofrimento”.
Schmale disse que, juntamente com as autoridades, a ONU e os parceiros humanitários se mobilizaram para fornecer apoio urgente aos civis e às áreas onde houve danos.
Ele enfatizou que “civis e infraestrutura civil são protegidos pelo direito internacional humanitário e não devem ser um alvo”.
Já o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lamentou a morte de um bebê e de sua mãe em um ataque a um prédio de apartamentos na capital Kyiv. Pelo menos uma outra criança ficou ferida durante os ataques na cidade de Sumy.
A agência afirmou que “a Ucrânia passou mais uma noite terrível de ataques que impactaram diversas cidades” e denunciou que vidas de jovens estão sendo “brutalmente ceifadas”.
Os bombardeios ocorreram após semanas de esforços diplomáticos de alto nível de aliados ocidentais do governo ucraniano para intermediar um acordo de paz duradouro entre os governos de Kyiv e Moscou.
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