Delegado Ângelo Lages, da 12ª DP, informou também que pediu a quebra de sigilo dos aparelhos telefônicos dos investigados. Defesas de parte dos réus alegam que não houve estupro
Estadao Conteudo | 06:20 – 06/03/2026

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Um funcionário de um restaurante do Shopping Anália Franco, zona leste da capital paulista, foi preso nesta quinta-feira (5) suspeito de dopar e estuprar duas colegas de trabalho.
O homem foi detido enquanto trabalhava por policiais da 5ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). O suspeito era considerado foragido e permanece à disposição da Justiça, informou a SSP (Secretária de Segurança Pública) de São Paulo.
Uma das vítimas tinha 17 anos. Segundo a investigação, ambas saíram com o suspeito, beberam álcool oferecido por ele e depois perderam a consciência. Os crimes foram registrados em julho e agosto do ano passado.
As duas jovens relataram ter acordado em uma casa que não conheciam. Segundo registro de ocorrência, elas descreverem um local com as mesmas características, e relataram dores nas partes íntimas.
O exame toxicológico da adolescente apontou presença de diazepam, sedativo que a mulher afirmou não usar. O laudo também identificou um machucado leve na região das nádegas, causado por algum tipo de impacto ou pancada.
Em nota, o Shopping Anália Franco se solidarizou com as vítimas. A instituição afirmou que “não compactua com qualquer tipo de violência e colaborou com as autoridades no que foi necessário no momento”.
O UOL entrou em contato com o restaurante onde suspeito e vítimas trabalham, mas não obteve retorno. O texto será atualizado em caso de resposta. A defesa do suspeito não foi encontrada, mas o espaço fica aberto para manifestações.
Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie.
Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.
Também é possível realizar denúncias pelo número 180 -Central de Atendimento à Mulher- e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.

Delegado Ângelo Lages, da 12ª DP, informou também que pediu a quebra de sigilo dos aparelhos telefônicos dos investigados. Defesas de parte dos réus alegam que não houve estupro
Estadao Conteudo | 06:20 – 06/03/2026
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