Trump fará pronunciamento de guerra sobre guerra no Irã; – 01/04/2026 – Mundo

Trump fará pronunciamento de guerra sobre guerra no Irã; -


Israel lançou mais uma ofensiva contra a capital do Irã nesta quarta-feira (1º), levando Teerã a revidar contra o Estado judeu e a disparar mísseis contra países do Golfo. Um projétil atingiu um navio de petróleo no litoral do Qatar.

A troca de ataques ocorre horas antes de um discurso que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende fazer à nação para comentar a guerra que já dura mais de um mês. O republicano disse na véspera que os EUA podem encerrar seus ataques militares contra Teerã dentro de duas a três semanas e que o país persa não precisa chegar a um acordo como pré-requisito para que o conflito seja encerrado.

A Casa Branca informou que Trump fará “uma importante atualização sobre o Irã” em um pronunciamento previsto para as 22h desta quarta (horário de Brasília).

A guerra começou em 28 de fevereiro, quando EUA e Israel atacaram o Irã, que retaliou. Desde então, o conflito se espalhou pela região, provocando impactos no setor de energia e um aumento no preço do petróleo mundialmente.

Inicialmente, Trump afirmou que a operação duraria de quatro a seis semanas. Em meio às incertezas sobre eventuais negociações para o fim do conflito e as posições variáveis e, por vezes, contraditórias de Washington, a tensão aumenta no Oriente Médio.

A TV estatal iraniana relatou que explosões foram ouvidas nas áreas norte, leste e central de Teerã nas primeiras horas desta quarta. O Exército de Israel confirmou que realizou uma “onda de ataques em larga escala” contra a cidade. A ofensiva teria danificado vários complexos siderúrgicos em outras localidades do país, segundo a mídia estatal.

A República Islâmica revidou, e as forças israelenses confirmaram que lançaram uma operação para interceptar mísseis lançados contra Tel Aviv e a cidade religiosa de Bnei Brak. Segundo serviços de emergência, 14 pessoas ficaram feridas, entre elas uma menina de 11 anos em estado grave. Os mísseis, ainda de acordo com autoridades, carregavam bombas de fragmentação.

O Exército também afirmou ter detectado o lançamento de um míssil vindo do Iêmen, depois reivindicado pelos rebeldes houthis, aliados do Irã que entraram no conflito nos últimos dias.

Já Kuwait e Bahrein relataram incêndios em um aeroporto e em instalações empresariais, respectivamente, após ataques atribuídos a Teerã. No litoral do Qatar, um petroleiro foi atingido por um projétil. Já nos Emirados Árabes Unidos, um cidadão de Bangladesh morreu após ser atingido por estilhaços durante a interceptação de drones.

No Líbano, autoridades afirmaram que sete pessoas morreram vítimas de uma ofensiva durante a noite. O país foi arrastado para a guerra em 2 de março, após o Hezbollah lançar mísseis contra Israel em apoio a Teerã.

O Exército israelense afirmou ter matado um comandante e um dirigente de alto escalão do grupo extremista na região de Beirute. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que o país pretende manter tropas em partes do sul do Líbano após o fim da guerra, ocupando militarmente o território.

Em meio à paralisação do estreito de Hormuz, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, anunciou que realizará ainda nesta semana uma reunião com cerca de 35 países para discutir como reabrir a via marítima.

Hormuz, por onde escoa 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, está praticamente fechado desde o início do conflito, causando uma disparada no preço do combustível mundialmente. Agora, Teerã quer impor uma espécie de pedágio para navios que voltem a passar pela rota marítima, enquanto ainda mantém o veto a embarcações americanas e israelenses.

Segundo Starmer, o encontro reunirá representantes de governos que recentemente assinaram uma declaração afirmando estar prontos “para contribuir com esforços apropriados para garantir a passagem segura” pela via marítima. França, Alemanha, Itália, Japão e Holanda estão entre os signatários.

Na terça, Trump disse que países que não ajudaram os EUA na guerra contra o Irã deveriam comprar petróleo americano ou ir ao estreito de Hormuz e pegar o óleo por conta própria. O americano citou os aliados Reino Unido e França, também membros da Otan, como pouco colaborativos no conflito. Trump vem criticando cada vez mais a aliança militar.



Fonte CNN BRASIL

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