Ex-presidente sul-coreano indiciado por ‘ajudar inimigo’ – 10/11/2025 – Mundo

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O Ministério Público da Coreia do Sul indiciou nesta segunda-feira (10) o ex-presidente Yoon Suk Yeol por novas acusações de “ajudar o inimigo”, sob a acusação de que ele teria ordenado um voo de drones sobre a Coreia do Norte para reforçar sua declaração de lei marcial.

A promotoria abriu neste ano uma investigação para determinar se o envio de drones foi uma tentativa ilícita de provocar o país vizinho e utilizar sua reação como pretexto para declarar a lei marcial. Na época, a decisão pegou o país de surpresa, e a oposição denunciou a ação como uma tentativa de golpe de Estado. O país mergulhou em uma crise política.

A Coreia do Norte afirmou no ano passado que havia “provado” que drones do Sul lançaram material de propaganda sobre sua capital, Pyongyang, algo que o Exército sul-coreano não confirmou.

A promotora Park Ji-young afirmou nesta segunda-feira à imprensa que o Ministério Público apresentou “acusações de beneficiar o inimigo e abuso de poder” contra o ex-presidente.

Segundo Ji-young, o ex-presidente e seus aliados “conspiraram para criar as condições que permitiriam a declaração de uma lei marcial de emergência, aumentando o risco de um confronto armado intercoreano”.

Ela anucniou que evidências foram encontradas em um memorando escrito em outubro pelo ex-comandante de contrainteligência de Yoon, que defendia “criar uma situação instável ou aproveitar uma oportunidade que surja”.

As duas coreias assinaram um armistício em 1953, interrompendo mas nunca encerrando oficialmente a guerra que dividiu o país em capitalista, ao sul, e comunista, ao norte.

Yoon provocou uma crise política na Coreia do Sul quando declarou a lei marcial em dezembro do ano passado e enviou soldados à sede do Parlamento para tentar impedir que os legisladores votassem para reverter a medida.

A tentativa fracassou, e Yoon foi detido em janeiro.

Em abril, ele foi removido do cargo e seu rival Lee Jae Myung, que lidetou a resistência à lei marcial, assumiu a Presidência após as eleições gerais de junho. Yoon também enfrenta acusações de insurreição e outros crimes relacionadas com sua declaração de lei marcial.



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