A jornalista americana Shelly Kittleson foi sequestrada em Bagdá nesta terça-feira (31), segundo o site de notícias do qual ela era colaboradora e dois funcionários da polícia local. Ainda não há informações sobre a identidade dos sequestradores, e nenhum grupo reivindicou a ação.
O Ministério do Interior do Iraque afirmou que um suspeito foi preso e que os esforços para libertar a jornalista estão em andamento.
O Departamento de Estado dos EUA afirmou nesta terça-feira (31) que Washington está ciente do sequestro. De acordo com ele, a pasta, que comanda a diplomacia americana, havia alertado a jornalista sobre ameaças.
“O Departamento de Estado cumpriu seu dever de alertá-la sobre as ameaças que enfrenta e continuaremos a coordenar [uma resposta] com o FBI para garantir sua libertação o mais rápido possível”, escreveu Johson em uma publicação no Facebook.
Funcionários da polícia iraquiana afirmaram à Reuters que ainda perseguem o veículo no qual ela foi levada à força por quatro homens em trajes civis.
As buscas estão concentradas na parte leste da capital do país, para onde o veículo se dirigiu, acrescentaram esses funcionários.
“Estamos profundamente alarmados pelo sequestro da colaboradora do Al-Monitor Shelly Kittleson no Iraque nesta terça. Apelamos pela libertação segura e imediata dela”, escreveu o site de notícias do Oriente Médio Al-Monitor nesta terça.
Segundo o perfil no X de Kittleson, ela colabora com reportagens sobre o Oriente Médio e o Afeganistão também para os sites e veículos BBC, New Lines, Politico, Foreign Policy e Al Majalla.



