As estatísticas fazem parte de um estudo realizado pela organização Vital Strategies, a partir de dados do Ministério da Saúde. A série histórica tem dados desde 2010. Os números de 2025 ainda não foram divulgados
Folhapress | 08:00 – 27/01/2026

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pessoas que receberam a dose fracionada da vacina contra a febre amarela em 2018 devem procurar uma UBS (Unidade Básica de Saúde) para completar o esquema vacinal, orienta a Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo, conforme recomendação do Ministério da Saúde.
Na época, diante do avanço de casos de febre amarela, as autoridades de saúde do país decidiram fracionar a vacina a fim de garantir maior cobertura à população. “Em 2018 fizemos a estratégia fracionada porque não havia vacina suficiente para todos”, explica Regiane de Paula, coordenadora em saúde da CCD (Coordenadoria de Controle de Doenças) da Secretaria de Saúde paulista .
Estudo da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) mostrou que o fracionamento da vacina foi equivalente à proteção da dose convencional por pelo menos oito anos, ou seja, até este ano. Regiane reforça que quem tiver dúvidas sobre se deve ou não receber uma nova dose deve procurar uma UBS.
Segundo a Secretaria de Saúde, foram confirmados 57 casos de febre amarela no estado, com 34 óbitos, em 2025.
A campanha da Secretaria de Saúde, que acontece desde o dia 12 de janeiro, também visa reforçar a vacinação contra o sarampo. Apesar de o Brasil ter recuperado o certificado de país livre da doença em 2024 -depois de perdê-lo em 2019- países como os Estados Unidos têm registrado grandes epidemias de sarampo.
No ano passado, o estado de São Paulo registrou dois casos importados do vírus do sarampo. “Reforçamos a importância da vacinação completa contra o sarampo, principalmente para quem trabalha com turismo, taxistas etc.”, diz a coordenadora do CCD, complementando que o estado é porta de entrada do vírus por possuir grandes aeroportos internacionais e portos.
– Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018;
– Crianças: uma dose é recomendada aos 9 meses de idade e um reforço aos quatro anos;
– Pessoas que receberam apenas uma dose antes dos cinco anos devem tomar uma dose de reforço;
– Pessoas de cinco a 59 anos que ainda não foram vacinadas devem receber uma dose única
– Crianças: primeira dose aos 12 meses de idade (tríplice viral) e a segunda aos 15 meses (tetra viral);
– Pessoas de cinco até 29 anos devem tomar duas doses da vacina com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses;
– Pessoas de 30 a 59 anos de idade devem tomar uma dose da vacina;
– Trabalhadores da saúde devem receber duas doses de tríplice viral, a depender da situação vacinal encontrada, independentemente da idade;

As estatísticas fazem parte de um estudo realizado pela organização Vital Strategies, a partir de dados do Ministério da Saúde. A série histórica tem dados desde 2010. Os números de 2025 ainda não foram divulgados
Folhapress | 08:00 – 27/01/2026
Quando você clica no botão "Aceito", você está concordando com os| Políticas de Privacidade | Seus dados serão tratados de acordo com as diretrizes estabelecidas no documento, garantindo sua privacidade e segurança online.
Fale conosco