A jornalista Érika Leal, da Record Brasília, morreu nesta terça-feira (7), aos 47 anos. Ela estava internada desde maio no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no Distrito Federal, após sofrer um grave acidente durante uma festa junina.
Segundo relatos de familiares e amigos, Érika sofreu queimaduras ao se aproximar de uma fogueira durante a celebração. Desde então, permaneceu hospitalizada em estado grave, mas não resistiu às complicações.
A morte foi confirmada pela Record Brasília, onde a jornalista trabalhava desde 2019. Em nota, a emissora destacou o legado profissional deixado por Érika e lembrou sua atuação em coberturas de política, economia, cultura e entretenimento.
“Érika construiu uma trajetória marcada pelo profissionalismo, pela sensibilidade e pelo compromisso com a informação”, afirmou a empresa.
Naturalmente voltada para o jornalismo desde o início da carreira, Érika era formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e tinha mestrado em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, em Londres. Fluente em inglês, acumulou experiências em diferentes áreas da comunicação, como televisão, rádio, jornais, revistas, internet e assessoria de imprensa.
Além do trabalho na Record, também apresentava o programa Interesse Público, exibido pela TV Justiça em parceria com o Ministério Público Federal.
A jornalista deixa duas filhas, Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17. Colegas de profissão, amigos e familiares prestaram homenagens nas redes sociais, lembrando sua dedicação ao jornalismo e a forma acolhedora com que conduzia o trabalho e a convivência diária.
Autor de clássicos como “Pantanal”, “Renascer” e “O Rei do Gado”, Benedito Ruy Barbosa morreu aos 95 anos. Criador de tramas marcadas pelo Brasil rural, pela memória afetiva e por temas sociais, ele ajudou a moldar a teledramaturgia brasileira
Folhapress | 09:47 – 07/07/2026