
Corpo de Bombeiros foi acionado para auxiliar no combate a queimada, que se alastrou para propriedades vizinhas, mobilizando unidades de Mirassol e São José do Rio Preto
A Defesa Civil e a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmaram a morte de um trabalhador de 47 anos da Fazenda Monte Alegre, no município de Neves Paulista, no noroeste paulista, atingida por um incêndio. O homem estava sendo procurado desde a tarde de 5ª feira (26.set.2024), quando desapareceu ao tentar conduzir o gado da propriedade para uma área segura.
Em nota, a Polícia Civil informou que o Corpo de Bombeiros foi acionado para auxiliar no combate ao incêndio, que se alastrou para propriedades vizinhas, mobilizando unidades de Mirassol e São José do Rio Preto, também na região noroeste.
O Instituto de Criminalística realizou a perícia no local e o IML (Instituto Médico Legal) realizará o exame necroscópico na vítima, ainda sem data confirmada. O caso foi registrado na Delegacia de Neves Paulista como morte suspeita e incêndio.
Também na 5ª feira (26.set) 2 brigadistas foram atingidos durante combate a incêndio em uma plantação no município de Corumbataí. Um deles morreu no local.
Segundo a Defesa Civil, o incêndio começou na 4ª feira (25.set), quando já havia atingido 1.200 hectares entre pastagem, canavial e APP (Área de Preservação Permanente). Além do Corpo de Bombeiros atuaram brigadistas das usinas Moreno, Tietê e Cofco.
Nesta 6ª feira (27.set), 13 municípios paulistas registraram incêndios. Segundo a Defesa Civil, ainda há 5 municípios com incêndios ativos no Estado: em Bananal, Bom Jesus dos Perdões, Nazaré Paulista, Ipeúna e Jaú.
O Estado emprega 1 avião e 2 helicópteros no combate às chamas. O avanço de uma frente-fria colabora com o combate, mas a Defesa Civil espera piora das condições e recrudescimento dos níveis de alerta a partir de domingo (29.set).
A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo anunciou que reabrirá 69 de suas 82 Unidades de Conservação na 2ª feira (30.set).
Os parques estaduais estão fechados desde o dia 1º de setembro por questões de segurança e para direcionar equipes para o combate aos incêndios florestais no Estado. Ao menos metade do território de São Paulo permanece em estado de alerta ou emergência, por causa da seca.
Segundo nota do governo, a decisão foi tomada depois de uma reunião do gabinete de crise, que avaliou melhora nas condições climáticas previstas para os próximos dias e no grau de risco de incêndios florestais.
As 13 unidades de conservação que continuarão fechadas serão reavaliadas a partir de 12 de outubro, por estarem em regiões que não têm previsão de chuva e têm focos de incêndio próximos.
A reabertura é parcial, com parte das atividades de visitação suspensa ou com horários diferenciados, sem descartar possibilidade de novos fechamentos.
Com informações da Agência Brasil.
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