O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em pronunciamento na noite desta quinta-feira (16), apontou suspostos problemas amplos nos sistemas eleitorais do país e diz que suas afirmações estão respaldadas em documentos que foram divulgados no site da Casa Branca.
O discurso do republicano acontecem em um momento que precede as eleições de meio de mandato, marcadas para novembro. Entre as alegações, ele afirma que a China esteve interferiu nas eleições de 2020, que ele perdeu para o democrata Joe Biden.
O presidente acusou a China de ser responsável pelo “maior ataque cibernético a dados eleitorais da história” e alega que o país teria adquirido 220 milhões de registros de eleitores dos Estados Unidos.
“A América está de volta e indo muito bem, mas ainda temos desafios que precisam ser endereçados porque nenhum país pode ser correto sem eleições justas”, disse ele, que afirmou que a estrutura de votos dos EUA são fraudáveis.
Ele aproveitou o discurso para voltar a pressionar que o Congresso passe o Save America Act, projeto que prevê, entre outras coisas, que os cidadãos sejam obrigados a apresentar documento na hora de votar. Críticos, no entanto, dizem que medidas para restringir o voto podem dificultar que minorias compareçam às urnas.
O presidente afirma que não há motivos para que os congressistas não passem o projeto “a não ser que queiram roubar”.
O discurso do republicano repetiu suas reclamações sobre questões contra a população trans, imigrantes e alegando que, antes do seu governo, os Estados Unidos eram alvo de piadas. “Tínhamos a pior fronteira da história do mundo e agora temos a melhor”, alegou o presidente, que foi reeleito com políticas anti-imigratórias.
Também falou sobre a Venezuela, que segundo ele, está trabalhando em conjunto com os EUA para oferecer “milhões e milhões” de barris de petróleo. Citou ainda a guerra do Irã, na qual tem encontrado dificuldade para encerra, mas segundo o republicano estão “vencendo”.




